A INSEGURANÇA
Águas vem e vão
O vento passa
O tempo apressado
Tudo leva!
Num efeito dominó
Tudo vira pó!
O vento passa
O tempo apressado
Tudo leva!
Num efeito dominó
Tudo vira pó!
A dor,
A ambição de domínio,
O ego dos nobres,
A migalha dos pobres.
A ambição de domínio,
O ego dos nobres,
A migalha dos pobres.
Só não leve tão afoito
O sorriso do menino
A esperança de dias melhores
Embalada no balanço
De um parque qualquer!
O sorriso do menino
A esperança de dias melhores
Embalada no balanço
De um parque qualquer!
Não leve a semente
Que pairou de repente
Num ventre de mulher!
Os idosos inocentes
Que andam lentamente
Descalços de pressa!
Que pairou de repente
Num ventre de mulher!
Os idosos inocentes
Que andam lentamente
Descalços de pressa!
Que no labirinto da vida
O amor encontre a paz
Derrubando muros e fronteiras
E as falsas promessas!
O amor encontre a paz
Derrubando muros e fronteiras
E as falsas promessas!
Que os sinônimos do bem
Se espalhem pelos continentes
Na mesma sintonia
Das crianças que não mais acreditam
Em "felizes para sempre"
Mas em dias melhores e diferentes
Sem tanta fome,pandemia e guerra
Para o futuro que as espera
Diante da agitação violenta
Da atmosfera!
Se espalhem pelos continentes
Na mesma sintonia
Das crianças que não mais acreditam
Em "felizes para sempre"
Mas em dias melhores e diferentes
Sem tanta fome,pandemia e guerra
Para o futuro que as espera
Diante da agitação violenta
Da atmosfera!
Que no futuro o vírus que mais se propague seja o amor!
Alcinéia Marcucci

Nenhum comentário:
Postar um comentário